Notas soltas de História do Algarve

Algarve Antigo

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Testamentos do Arquivo Histórico Municipal de Olhão

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Listagem de autos de cumprimento de testamentos dos séculos XVII e XVIII, das freguesias de Moncarapacho e Quelfes, disponíveis no fundo da “Administração do Concelho” do Arquivo Histórico Municipal de Olhão.

Listagem em actualização.

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Autor: rogerio

December 18th, 2011 at 11:25 am

Registos Paroquiais – abreviaturas paleográficas e termos antigos

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Registo paroquial com abreviaturas

Quem consultar livros de registos paroquiais decerto irá encontrar dois tipos de dificuldade (se não tiver-mos em consideração o péssimo estado de conservação de alguns destes livros): a caligrafia do padre que lavrou o registo e, inevitavelmente, as abreviaturas usadas no decorrer do texto. A caligrafia poderá variar entre uma caligrafia de fazer inveja a qualquer um, até uma caligrafia em que poderíamos pensar estarmos a ler registos escritos num idioma extinto!

No que diz respeito á caligrafia, o melhor é tentar ler vários registos (ou tantos quantos necessários) lavrados pelo mesmo padre, para que eventualmente possamos  ler com um bom nível de fiabilidade o registo que nos interessa em particular. Felizmente, no que diz respeito aos registos paroquiais, estes registos tendem a seguir uma formato regular (tipo minuta) pelo que, com a prática, eventualmente a sua leitura se tornará mais fácil.

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Autor: rogerio

October 21st, 2009 at 6:42 pm

Quelfes: Rol de Crismas 1753

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Uma das fontes documentais ainda pouco utilizadas na investigação genealógica são os róis de confessados e de crismas. Serão porventura pouco utilizados porque na maioria dos casos, estes róis, ao contrário dos livros de registos paroquiais que transitaram das paróquias para as conservatórias de registo civil e para os arquivos distritais, continuam a ser guardados nos arquivos das respectivas igrejas. Os arquivos das igrejas/paróquias não são arquivos de acesso público e como tal, acesso a estes documentos depende da autorização (e da vontade para tal) de cada pároco, o que não deixa de ser uma pena, pois estes são documentos de muito valor quer na pesquisa genealógica, quer para estudos de demografia histórica – especialmente no que diz respeito a róis de confessados, pois estes abrangiam toda a população de cada freguesia.

A crisma, sendo um sacramento que sendo feito só uma vez na vida, normalmente quando se atinge os 15 anos de idade, dá-nos apenas dados sobre uma pequena parte da população. Contudo os róis de crismas não deixam de ser documentos de muito valor, pois em certos casos, são os únicos documentos existentes para datas em que os registos paroquiais se perderam.

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Autor: rogerio

October 8th, 2009 at 4:12 pm

Actualizado em Quelfes

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